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Modelo de iluminação subterrânea começa a ser implantado em Palmas

iluminacaoAs avenidas LO-01, LO-03, NS-01 e NS-02 ganharam um novo modelo de iluminação. Os postes de energia, que eram instalados nos cantos das pistas, foram implantados no canteiro central. Mas não é só isso: a iluminação dos novos postes é subterrânea, o que significa que aquele emaranhado de fios fica embaixo da terra. Além disso, eles têm lâmpadas nas duas pontas para iluminar as duas pistas. Este é o resultado de um projeto experimental da prefeitura para modernizar a iluminação pública da capital.

Por enquanto a novidade só chegou nas quatro avenidas, mas a ideia é coloca o novo modelo do projeto no orçamento do ano que vem para ampliar para toda a região central de Palmas. “Hoje nós usamos ele diretamente enterrado no solo e ele envelopado em concreto. Com isso, nós precisamos instalar um cabo que tem uma maior resistência, que seja um cabo diferenciado para poder aguentar, tanto o solo diretamente, como ele envelopado em concreto. Não existe a possibilidade de roubo”, explicou o superintendente de Iluminação Pública de Palmas, Paulo César Monteiro.

Postes antigos tem alto custo de manutenção, além de causarem poluição visual na cidade (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Postes antigos tem alto custo de manutenção,
além de causarem poluição visual na cidade
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

O custo para instalação da novidade surpreende. Cada poste do modelo novo custa de R$ 10 a R$ 12 mil, três vezes mais caro que o convencional. O custo dos postes implantados de uma rotatória a outra chega a  R$ 170 mil.

Segundo o vice-presidente do Conselho Regional de Arquitetura e Urbanismo, Carlos Eduardo Cavalheiro, o novo projeto tem muitos benefícios, como o custo de manutenção, que é 80% mais barato que o tradicional. “O custo de manutenção é mais baixo porque você economizaria na poda das árvores que é feita hoje. Os cabos duram mais tempo porque são envelopados, eles estão protegidos, não estão na chuva, no sol. Até a própria borracha que faz o isolamento térmico dura mais tempo”.

A verba para pagar os custos desse novo sistema vem de um imposto cobrado da conta de luz de cada contribuinte.

(G1)